30.6.07
29.6.07
28.6.07
25.6.07
24.6.07
20.6.07
19.6.07
18.6.07
E o mundo tá com pressa, né? Assim, de maneira geral. Porque, veja bem, lá no goo*gle tá assim: ganhe tempo, clique enter ao invés de pesquisar. Minha-nossa-senhora. Calma, galera. Que eu vou clicar pesquisar, não quero ganhar tempo. Cada uma, viu. E eu tou com um sono. Tremendo mesmo. Que agora trabalho no esquema firma, né? Horário comercial e etc. e tals. Bato cartão não, ainda bem, porque não chego no horário. Mas de toda forma, acordo cedo. E já digo até amanhã pro moço do elevador, aquele, sabe? Então. Funcionária, minha gente. Quem te viu, quem te vê. E as pessoas são tão engraçadas na firma. Mas eu tenho que escrever quanto tou lá, porque assim, com sono, eu esqueço. Mas claro que na firma eu não posso postar. Claro.
17.6.07
11.6.07
10.6.07

E outro grande barato é o jeitinho que ela brinca. Acho precoce, porque ela só tem um ano e meio, mas já brinca de pegar cafézinhos imaginários, que ela serve num joguinho de xícaras que eu dei antes de ir pra Moçambique. E que na época ela só atirava mesmo as xícaras longe, acho que pensava que eram bolas, sei lá. Agora ela já se ligou que é xícara*, aí acho que ela pensa que tem uma máquina de café na parede. Ela vai lá, pega a xícara, encosta na parede, "enche" de café e me devolve. E eu tenho que beber. E ela diz: mais? E vai, e encosta na parede, e tudo de novo. Oitocentas e noventa e sete vezes. E eu bebo, todos os cafés.
Mas o grande barato mesmo foi um outro dia, em que ela veio aqui. Sentou no meu colchão, e a perninha dela dá certinho, porque o colchão é no chão, então enconstou no criado mudo, ligou o som (incrível mesmo ela saber, eu achei). Aí começou tocar o cd que tava lá na vitrola. E ela começou a cantar na língua dela. Assim, sentadinha, cantando. Aí eu morri, né? Apertei tanto, que atrapalhei a cantoria, não me contive. Linda.
9.6.07

7.6.07
3.6.07
É tanta coisa pra gente saber
O que cantar, como andar
Onde ir...”
Pois muito bem. Que que eu pedi mesmo, pulando as setes ondinhas? Que em 2007 eu queria trabalhar. Então toma, beibe.
Aí lembrei que ainda tem o artigo da minha dissertação, que o orientador falou preu fazer no primeiro semestre, e, vejamos, tenho menos de trinta dias para. Beleuza.
E com tudo isso, o que eu faço no fim de semana? Festinha, chopp, filminho. Ô pessoa consciente, essa sou eu. Que se mudar não tem graça, né? Dizem.